Paraná
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20 de setembro de 2025, 14:30
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Da Redação
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A Operação Sinergia III, coordenada pela Secretaria da Segurança Pública do Paraná (SESP), foi concluída nesta sexta-feira (19) com 13,1 toneladas de drogas retiradas de circulação, 519 pessoas presas em flagrante e 149 veículos apreendidos. Deflagrada na segunda-feira (15), a ação integrada das cinco forças de segurança do estado ocorreu simultaneamente nos 399 municípios paranaenses.
“A Operação Sinergia reforça a nossa estratégia de enfrentamento ao crime, com atuações táticas e integradas entre as forças de segurança. A presença ostensiva nas ruas e as abordagens direcionadas são parte do nosso compromisso de garantir a segurança e a tranquilidade da população”, afirma o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira.
Ações integradas envolveram a Polícia Militar (PMPR), Polícia Civil (PCPR), Polícia Científica (PCIPR), Polícia Penal (PPPR) e Corpo de Bombeiros Militar (CBMPR) com uso de helicópteros, viaturas, motocicletas e toda a tecnologia disponível às forças de segurança do Paraná. As polícias abordaram mais de 22,5 mil pessoas e fiscalizaram mais de 1,1 mil locais e 30 unidades prisionais foram revistadas pela Polícia Penal.
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Ao todo, foram apreendidos mais de 782 mil maços de cigarros e quase R$63 mil em espécie. Entre as mais de 12 toneladas de drogas apreendidas, estão 10,9 toneladas de maconha; 18,3 quilos de cocaína; 1 quilo de crack; 13 quilos de haxixe; e 669 unidades de drogas sintéticas. Foram cumpridas 617 ordens judiciais e apreendidos 617 armamentos, entre armas de fogo, armas brancas e munições.
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INTERESTADUAL – Na quinta-feira (18), após o lançamento da operação em Jacarezinho, no Norte Pioneiro, policiais do estado de São Paulo se somaram na integração às forças de polícia paranaenses para intensificar as ações contra a criminalidade com o 31º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I) e do Batalhão de Operações Especiais (Baep).
MISSÃO PARANÁ II – A Operação Sinergia III integrou a Missão Paraná II, iniciativa da Sesp-PR que visa aproximar as forças policiais da população do Norte do Estado. A missão abrangeu cerca de 66 municípios e atendeu diretamente uma população superior a 1,5 milhão de pessoas.
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Fonte: Governo PR
Paraná
Published
3 horas ago
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20 de setembro de 2025, 13:00
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Da Redação
A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) publicou nesta sexta-feira (19) uma nota técnica com orientações aos produtores rurais do Estado após a identificação de casos suspeitos de mortes em bovinos, ovinos e caprinos possivelmente relacionados ao uso de vacinas veterinárias.
Segundo a nota, emitida com base em informações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), foram identificados eventos adversos graves — com evolução para óbito — após a aplicação dos lotes 016/2024 e 018/2024 da vacina Excell 10, produzida pela Dechra Brasil Produtos Veterinários, utilizada na prevenção de clostridioses (doença causada por bactérias do gênero Clostridium, que são encontradas no ambiente e no intestino dos animais).
O chefe do Departamento de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, ressalta que a vacinação contra clostridioses é importante, mas com uso de vacinas adequadas. “Todas as ações necessárias estão sendo realizadas, os comerciantes já foram comunicados, as vacinas já foram retiradas do comércio, agora a ideia é atingir os produtores para que eles não usem essas vacinas”, afirma Rafael.
Até o momento, 612 mortes suspeitas estão em análise. Os casos começaram no Piauí, mas já há registros em outros estados, inclusive no Paraná, ainda em investigação para confirmar possível vínculo com a vacina. A causa das mortes não foi confirmada, mas o Ministério determinou a interdição total da vacina Excell 10, como medida preventiva.
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Em 10 de setembro, o Mapa comunicou também a identificação de alterações na produção da vacina Resguard Multi, da fabricante Vaxxinova International B.V., cuja produção foi suspensa.
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ORIENTAÇÕES AO PRODUTOR – Com relação à vacina Excell 10, todos os lotes permanecem interditados para venda ao consumidor final. Os comerciantes que possuem estoques interditados desse produto devem mantê-los sob refrigeração e aguardar novas orientações por parte da Adapar, podendo também optar pela devolução do produto ao distribuidor/fabricante, comunicando previamente a agência.
Com relação à vacina Resguard Multi, as ações de apreensão cautelar das partidas estão sendo tomadas pelo Sisa-PR/Mapa e a fabricante Vaxxinova; os comerciantes que possuem estoques do produto devem consultar seus distribuidores sobre o processo de recolhimento, caso este seja definido.
Com relação a suspeitas de mortalidades associadas ao uso de vacinas contra clostridioses, a orientação é para os produtores fazerem a notificação da morte dos animais através do e-SISBRAVET ou diretamente no escritório local da Adapar mais próximo. A recomendação é para que os produtores também comuniquem as mortalidades pelo Serviço de Atendimento ao Consumidor dos laboratórios fabricantes.
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VACINAÇÃO CONTINUA SEGURA E NECESSÁRIA – Apesar das investigações em andamento, a Adapar reforça na nota técnica que a vacinação contra clostridioses continua sendo uma prática essencial e eficaz na proteção dos rebanhos contra doenças de alta letalidade.
Além disso, o consumo de carne e produtos de origem animal continua seguro, desde que proveniente de animais saudáveis e inspecionados pelo serviço veterinário oficial.
A Adapar permanece à disposição para esclarecer dúvidas e continuará atualizando os produtores sobre quaisquer novos desdobramentos do caso. “Em caso de dúvidas, ou animais que venham a falecer em razão do uso de vacinas que os produtores entrem em contato com a Adapar para que a gente possa fazer a investigação”, afirma Rafael Gonçalves Dias.
Fonte: Governo PR
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