Olás aqui no parque tecnológico da PUC do Rio Grande do Sul começa uma história que ganhou reconhecimento internacional a Ana Helena com dez anos de experiência como farmacêutica num hospital público vivia uma frustração.
Ela não conseguia revisar tantas prescrições médicas por dia a gente tinha mais de oitocentos lei.
E poucas farmacêuticas fazendo essa essa atividade.
Foi aí que o irmão dela o Henrique cientista de dados disse que a inteligência artificial podia ajudar a inteligência artificial só sabe que isso é conduta que isso é medicamento que isso é só sintoma.
Porque ela foi alimentada por um ser humano por esse ser humano por esse ser humano que usou a tecnologia deste ser humano que jogou tudo aqui juntos os irmãos criaram essa ferramenta de ia sem fins lucrativos treinada para analisar prescrições e sinalizar potenciais.
Riscos aos pacientes seja por erros de dosagem ou efeitos adversos da combinação de medicamentos proteger esse paciente de algum erro que errar é humano né priorizando aqueles pacientes mais críticos né então esse paciente por exemplo aqui a gente tem um alerta de função renal pra entender.
Como essa tecnologia funciona na prática eu vim até a central de medicamentos da Santa Casa de Porto Alegre olha o tamanho desse lugar um complexo que atende oito hospitais e tem mil e duzentos leito.
Cortar comprimidinho por comprimidinho recebe uma nova embalagem com a identificação e aí vai pras farmácias que vão atender a prescrição do médico ou da enfermagem impressionante a gente não imagina isso o que tá por trás do tratamento de uma pessoa.
Principalmente pra que não tenha erro né aquela receita médica vem bater aqui isso aí a gente revisa né a Santa Casa foi o.

