(0:00) pesquisa revela que a maioria das pessoas que se candidato a uma vaga de trabalho no (0:05) Brasil usa a inteligência artificial para fazer o currículo. (0:09) Apesar da facilidade, recrutadores alertam que a inclusão de detalhes (0:14) pessoais e a revisão são essenciais para que o candidato se destaque. (0:19) Fazer o currículo nunca foi tão fácil e rápido.
Com comando simples, a (0:25) inteligência artificial escreve, reorganiza experiências e até adapta o (0:29) texto para cada vaga. A gente só manda lá e ele faz, é muito mais fácil do que a gente monta do zero, (0:35) tal, às vezes perde. Aí é coisa de segundos, é muito rápido, você digita e ela já manda.
(0:42) Uma pesquisa com mais de 60 mil profissionais em 36 países, incluindo o Brasil, (0:47) mostra que 73% dos candidatos brasileiros usam a IA para adaptar currículos e 55% dos gestores (0:56) também utilizam a ferramenta em etapas do recrutamento. O levantamento mostra ainda que seis (1:02) em dez gestores no país sabem quando os currículos recebidos foram feitos ou editados por inteligência (1:09) artificial. Mostra que hoje a gente tem um uso massificado de IA, também tem um lado do aumento (1:16) da importância do elemento humano dentro de um processo seletivo, já que cada vez mais as (1:22) pessoas estão padronizando de alguma forma os seus currículos através da IA.
O que tem levado (1:28) as empresas a investirem mais em entrevistas e testes práticos para diferenciar os candidatos. (1:34) Se no papel você tem que contar o resumo, os principais pombórios, o risco é que a inteligência (1:41) artificial formate de uma maneira que fique muito semelhante de um outro candidato, (1:48) porque assim existe um padrão, então você pode usar, você pode aplicar o modelo sugerido, (1:54) mas o conteúdo precisa ser seu. Nesta instituição que prepara jovens para o mercado de trabalho, (2:00) a inteligência artificial já entrou nas aulas de elaboração de currículo, mas o alerta dos (2:05) professores é que a tecnologia não pode apagar a identidade do candidato.
Em meio a tantos (2:11) textos parecidos, experiências reais e traços da personalidade passaram a fazer a diferença. (2:17) No momento da entrevista com o recrutador, aquelas palavras dele, que ele substituiu da IA, (2:23) que são mais humanizadas, é o que vai fazer a diferença para o recrutador perceber que realmente (2:27) ele usou a IAOK, faz parte do dia, mas ele revisou e ele tem um lado humano dele ali junto (2:32) com aquelas características profissionais que ele está colocando no papel. Na elaboração do (2:37) primeiro currículo da vida, o Breno teve um exemplo de alucinação da IA, quando a (2:42) ferramenta inventa informações.
Ele inventou que eu tinha uma faculdade de informática, (2:48) sendo que eu falei que eu tinha habilidades informáticas. Por mais que a inteligência (2:51) artificial ajude muito, às vezes ela erra.

